Revista Tobillo y Pie | Vol. 01 – No. 02

Artigos Científicos publicados na edição Volume 01, Número 02. Faça o download da edição completa em PDF.

 

Hallux varus postquirúrgico

Burgos José1, Yearson Diego1

1 EPTP. Equipo de Pierna, Tobillo y pie. Buenos Aires, Argentina.

RESUMO

lntroducción: El hallux varus post-quirúrgico (HVPQ) es uma complicacion de baja frecuencia en Ia cirugía correctiva del hallux valgus. Retrospectivamente, se analizo sobre esta patología, la conducta del Equipo de pierna, Tobillo y pie de Buenos Aires (EPTP) en los últimos diez años. Surge una clasificacion clínico-radiográfica basada en los resultados obtenidos, que intenta ajustar para cada tipo de tesion el tratamiento quirúrgico más a propiado. Material y métodos: Trece pacientes fueron evaluados de Ia cirugía de rescate de HVPQ, operados entre octubre de 1999 y abril del 2006, el tiempo promedio de seguimiento fue de 54,38 meses. La artroplastía y la artrodesis fueron los procedimentos utilizados y evaluados. Resultados: El promedio de puntuacion de la escala A0FAS, post-quirúrgico, fue de 82 ,23 puntos. En eI 37,5% de las artroplastías (3/8) se consiguio llevar el hailux entre 0º y 6º de valgo. El 100% de Ias artrodesis consolidaron y en buena posicion. Cinco de los trece pacientes quedaron con una opinion regular der resultado; el resto, conforme esteticamente. Conclusión: Consideramos la artrodesis del hallux, et procedimento de eleccion en !a cirugía de rescate del HVPQ, por ser un procedimiento confiable, definitivo y esteticamente positivo para el paciente.

 

Pie hendido. Tratamiento y conducta

Alliey M. George1, Portillo S. Razely1, Montero D. Carlos2

1 Médico Adjunto Unidad de Medicina y Cirugía del Pie y Tobillo Hospital de Especialidades Pediátricas de Maracaibo

2 Médico Coordinador Unidad de Medicina y Cirugía del Pie y Tobillo Hospital de Especialidades Pediátricas de Maracaibo

RESUMO

0 pé fendido é uma má-formação rara que constitui aproximadamente 1.5% das más-formações do pé que se caracteriza pela presença de um defeito ou “fenda” central no que se deriva de uma alteração na crista apical ectodérmica, provocado por uma causa genética ou por agentes teratogênicos externos. Também é conhecida pelos nomes de Pied Dhomard. (Francês), Lobster Claw, Cleft Foot, Split foot (Ing!ês), ou simplesmente “Pé Fendido”. Na continuação apresentam-se dois casos tratados em nossa unidade, no Hospital de Especialistas Pediátricas de Maracaibo durante o período Agosto 2004 – Março 2007.

 

Artritis gotosa. Generatidades y presentación de um caso em pie

Ricchetti Hugo Osvaldo1, Perin Fernando Daniel1

1 Hospital Zonal General de Agudos Manuel Belgrano. San Martín . Buenos Aires, Argentina.

RESUMO

Artrite gotosa é uma condição caracterizada por uma alteração no metabolismo do ácido úrico, formação conjunta com tofos gotosos e destruição. No pé afeta principalmente as articulações do MTF Hallux e pode afetar outras. Apresentamos um caso com uma condição, em ambos pés e uma grande agressividade, documentando sua evolução ao longo do tempo. Ela descreve o comportamento e e seguido por uma atualização da base patologia.

 

Fractura de Jones. Tratamiento guirúrgico

Dr. Loncharich Emiliano1, Dr. Olivieri Herminio1

1 Hospital Británico Central de Buenos Aires. Buenos Aires, Argentina.

RESUMO

0 objetivo desta apresentação é conhecer a fratura de Jones, estabelecer pautas diagnósticas e delinear alternativas terapêuticas segundo o caso a ser tratado. Foram avaliados retrospectiva mente 13 pacientes (13 pés) que apresentaram fratura tipo Jones, operados no serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Britânico durante o ano de 2003. As fraturas foram tratadas cirurgicamente somente em pacientes ativos laboralmente e esportistas ocasionais (futebol e tênis). Todos os pacientes foram operados no decúbito dorsal de forma percutânea com anestesia local (bloqueio do tornozelo), laço hemostático no tornozelo e com controle radioscópico para obter verdadeiras imagens ântero posteriores, laterais e oblíquas. Observou-se a consolidação clínica e radiológica em 100% dos pacientes. 0 tempo médio de retorno a sua atividade laboral sedentária foi de 14 dias. 0s 13 pacientes retornaram a sua atividade esportiva habitual (futebol e tênis) em uma média de 9 semanas. Não se apresentaram complicações locais da ferida, nem retardo de consolidação. Não se apresentaram refraturas no primeiro ano de seguimento. 0s resultados que obtivemos com este tratamento foram muito satisfatórios, já que se consolidaram todas as fraturas  tratadas e não tivemos complicações relevantes nesta série. Consideramos a fixação interna inicial, com um tornozelo endomedular, como o trata mento a ser escolhido neste tipo de fraturas, já que permite que o paciente retome sua atividade laboral e esportiva de forma precoce, diminuindo os índices de pseudoartrose.

 

Patología del pie en la enfermedad de Hansen

Solange Martinez Martinez1

1 Comité Uruguayo del Pie. Montevideo, Uruguay.

RESUMO

O mal de Hansen é uma infecção dermatoneurológica que pode deixar sequelas muito incapacitantes ainda depois de sua curação bacteriológica, com um alto custo para o paciente e a sociedade. Seu contágio e formas clínicas dependem tanto da imunidade do sujeito, quanto da sua evolução. Com promete fundamentalmente, nos membros inferiores, o nervo Ciático poplíteo externo e o tibial posterior, na sua parte sensitiva e motora por causa dos músculos que estes inervam. No pé geram-se mal perfurante plantar, deformações, lesões osteoarticulares como osteólise, reabsorção óssea, mutilações e desintegração do tarso. (Artropatia de Charcot).

 

Contracción fija en equino det cuello de ple. Distracción gradua[ mediante fijador externo tubular AO

Dra. AIicia Lasalle1, Dr. Orlando Cortés1

1 Trabajo realizado en el Hospital Policial, Montevideo, Uruguay. Dirección Nacional de Sanidad Policial, Ministerio del lnterior.

RESUMO

Introducción: con frecuencia asistimos a lesiones secuelares en pacientes politraumatizados, a los que se realiza poca o ninguna rehabilitacion funcional (en nuestro caso equino de cuello de pie sin lesion inicial). Material y método: para tratar lesiones secuelares com retracciones, es frecuente una cirugía a cielo abierto, que implica liberacion de piel y tejidos profundos, con la eventual necesidad de cobertura de piel; que muchas veces puede llevar a importantes complicaciones. En nuestro paciente aplicamos la idea de la distraccion gradual de las partes blandas, mediante la realizacion de um montaje triangular con un fijador externo AO. Resultado: se logro la exitosa correccion de la deformacion. Conclusión: tratamos una contractura en equino del cuello de pie, mediante el empleo del fijador externo. Para ello se realiza una cirugía percutánea, con mínima agresion para el paciente y con muy bajo riesgo de complicaciones. La técnica es sencilla, el grado de correccion es casi completo, y la hospitalizacion es muy corta (cirugía ambulatoria, muy bajo costo).

 

Pie plano convexo congénito infantil. Una alternativa quirúrgica

Montero Diaz carlos Luis1, Razely portillo Silva1, Salas Negrette Rafael2,

1 Unidad de Medicina y Cirugía del Pie y Tobillo del Hospitat de Especiatidades Pediátricas de Maracaibo, Venezuela.

2 Residente de Segundo Año del Post-Grado de Ortopedia y Traumatología del Hospital central Dr. Urquinaona Maracaibo, Venezuela.

RESUMO

90% dos pés planos convexos congênitos infantis são cirúrgicos. Existem técnicas conservadoras como operatórias e em todas foram descritos fracassos em seu trata mento. O propósito do seguinte trabalho é apresentar uma técnica cirúrgica redutora do Pé Plano Convexo Congênito infantil e a importância do tratamento precoce operativo. Estudaram-se 14 pacientes com diagnóstico clínico e radiológico do pé plano convexo congênito infantil em idades entre 1 e 48 meses que foram à consulta do Hospital de Especialidades Pediátricas, HospitaI CentraI Dr. Urquinaona e Clínica San Rafael entre setembro de 1986 e fevereiro de 2008, tipo descritivo com aplicação de estudos radiológicos em projeção ântero-posterior e latera I do pe. Avaliaram-se parâmetros: idade, sexo, grau de verticalização astragaliana, tempo de imobilização e deambulação e grau de correção. Catorze pacientes em idades compreendidas entre 9 e 48 meses, média 17 meses, com 12 meses de acompanhamento, apresentavam deformidade e dificuldade para deambular. Evoluíram posteriormente a redução até uma melhoria total, exceto em u m caso, onde o astrága lo descendeu 20o, porém o resultado foi satisfatório. A técnica de fixação do astrálago com agulhas kirschner previa redução, brinda bons resultados e é uma técnica a levar em conta no momento do tratamento cirúrgico do astrálago vertical (P.P.A.V.), recuperando a marcha normal.

 

Osteotomías en hallux valgus: modeto geométrico para su potenciación a través de la combinación de rotación más desplazamiento

Wagner H. Emilio1, Ortiz M. Cristian1, Keller D. Andrés1

1 Clinica Alemana. Santiago de Chile, Chile.

RESUMO

As osteotomias em hallux valgus são o tratamento mais aceito e confiável. As osteotomias distais (ex: chevron distal) classicamente conseguem um deslocamento lateral do fragmento distal; não modificam o ângulo distal metatarsiano articular (DDMA), possuem pouca capacidade corretora mas grande estabilidade. As osteotomias proximais (ex.Osteotomía de Mann) são essencialmente rotacionais, em que o fragmento distal rota em relação ao proximal; toda a correção angular repercute no DMAA aumentando este último, possuem grande capacidade corretora, mas pouca estabilidade intrínseca. As osteotomias diafisárias  encontram-se em um ponto intermédio de capacidade corretora e estabilidade. A osteotomia ideaI deveria combinar rotação e deslocamento para conseguir o máximo de correção e alterar o mínimo possível o DMAA. Neste trabalho apresentam-se duas osteotomias do primeiro metatarsiano modificadas, uma osteotomia diafisária modificada e um osteotomia proximal modificada. Ambas combinando rotação e deslocamento, junto com o desenho geométrico, capacidade corretora e a planificação pré operatória.

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