Revista Tobillo y Pie | Vol. 04 – No. 01

Artigos Científicos publicados na edição Volume 04, Número 01. Faça o download da edição completa em PDF.

 

Resultados del tratamento quirúrgico de los neuromas de Morton por vía plantar.

Guerra Vélez, Pedro1; Cano Egea, HJuan Miguel1; García Fenández, David1; Martín lopez, Carlos Manuel1; De Frías Ganzález, Mariano2

1 Hospital Universitario 12 de Octubre. Servicio de Traumatología I, Madrid (España)

2 Hospital Ramón y Cajal. Madrid (España)

RESUMO

É apresentada uma revisão retrospectiva dos 17 casos de Neuroma de Morton operados em nosso Hospital entre os anos 2000 e 2008, com um seguimento médio de 52’66 meses (24- 113). Todos os pacientes haviam recebido tratamento médico conservador prévio a cirurgia. Foi realizada uma neurectomia por via plantar em todos os pacientes. Os resultados variaram entre bom e regular em 94% dos casos.

 

Sindrome del seno del tarso. Una nueva perspectiva.

Gomez Carlín, Luis1; Apaza Cutili, Hitlher2; Alvarez Goenaga, Fernando3; Viladot Pericé, Ramon3; Vila y Rico, Jesús5 Estudio realizado en Clínica Santa María. Santiago de Chile, Chile.

1 Instituto Nacional de Rehabilítación, México DF, México

2 Hospital Centro Gallego de Buenos Aires, Argentina

3 Hospital Universitario 12 de Octubre, Madrid, España

4 CIínica Tres Torres, Barcelona, España

5 Hospital 12 de Octubre de Madrid, España

RESUMO

Desde a descrição da síndrome do seio do tarso por O’Connor em 1958, pouco se entende acerca da patologia. Atualmente é possível realizar um diagnóstico certeiro sobre a etiologia da dor e a sensação de instabilidade no seio do tarso. O médico ortopedista não deve conformar-se com o simples diagnóstico de síndrome do seio do tarso e é fundamental encontrar a causa subjacente de instabilidade no seio do tarso. O médico ortopedista deve realizar um tratamento adequado e efetivo para o paciente. Com a classificação proposta tipo I a – b (<6 meses), ll a – b (>6 meses), lll e lV, é possível levar de maneira sistemática um estudo da síndrome dolorosa do seio do tarso, identificar a origem do padecimento e orientar-se a um tratamento adequado de acordo com os quadros clínicos, radiológicos e cirúrgicos (tanto cirurgia aberta quanto artroscópica).

 

Tumores del pie

Schinca, nuri1; Lasalle, Alicia1; Martinez, Solange1

1 Montevideo, Uruguay.

RESUMO

Apresentamos 36 tumores primitivos do pé encontrados no arquivo do Comitê Uruguaio para o Estudo dos Tumores ósseos, (CUET0) iniciado pelo Prof. Bado desde o ano de 1942 até o momento atual. São apresentados apenas os tumores localizados nos ossos do pé (foram excluídos os da tíbia e do perônio) São mencionados os tipos de tumor, a localização dos mesmos e as dificuldades diagnósticas e terapêuticas, assim como o seguimento, que em alguns casos é muito prolongado.

Sustitución completa del calcáneo por aloinjerto frescoen fracturas Conminutas

Arnaud, Angel1; Villarreal, Gabriela2; Hernández, Linda V. 3; Barajas, Luis E. 3; Rodríguez, Sergio E. 3; Rodríguez, Angel3; Hernández, Abad E. 3

1 Jefe de la división cirugía de pie y tobillo

2 Residente 4° año

3 Estudiante de Medicina

3 Hospital Universitario “José Eleuterio González” de la Universidad Autónoma de Nuevo León, Monterrey, México 

3 Banco de Hueso del Servicio de Traumâtología y Ortopedia del Hospital Universitario “José Eleuterio González”

RESUMO

As fraturas de calcâneo constituem 0.40% de todas as fraturas (13) e estão associadas com o alto nível de morbidade e limitação da mobilidade subastragalina (10, 12) O tratamento das fraturas deslocadas e fragmentadas do calcâneo é um desafio para o cirurgião ortopédico (8,9). Estas fraturas são lesões complexas que se associam com o considerável dano ósseo, a cartilagem e os tecidos moles adjacentes (3,1, 4), especialmente nas fraturas tipo IV de Sanders (11). A redução aberta e a fixação interna são realizadas frequentemente (2). Outras alternativas em fraturas tipo IV são a artrodese primária ou secundária (6) com o risco de perder a mobilidade e a anatomia do retropé. Para restaurar as dimensões e manter os movimentos do pé posterior ao trauma em que a cirurgia convencional e o enxerto ósseo não são suficientes, a extirpação total ou parcial do calcâneo e a colocação do aloenxerto  steocondral massivo fresco são utilizadas em fraturas Sanders tipo IV. O objetivo do trabalho é observar se o comportamento ósseo e articular do aloenxerto massivo permitem continuar com a mobilidade da subastragalina e serem utilizados em casos subsequentes.

 

Luxación traumática pura de la articulación de Chopart. Revisión de bibliografia: Presentación de dos casos

Burgos, José1; Macklin Vadell, Alberto1; Perratta, Marcela1

1 E.P.TP. Buenos Aires, Argentina

 

Retato de Caso: Melorreostose dos ossos do pé

Androzoni, Roberto1; Dobashi, Eiffel2; Raduan, Fernando C. 3; Nery, Caio. 4

1 Chefe do Setor de Medicina e Cirurgia do pé do IFOR – São Bernardo do Campo – SP, Integrante do Setor de Medicina e Cirurgia do pé da UNIFESP – Escola Paulista de Medicina.

2Professor Afiliado da Disciplina de Ortopedia pediátrica da UNIFESP – Escola Paulista de Medicina e Chefe da Preceptoria dos Residentes do IFOR – São Bernardo do Campo – SP.

3Chefe do Setor de Tornozelo e Pé no Desporto da UNIFESP – Escola Paulista de Medicina.

4 Professor Associado Livre-Docente do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIFESP – Escola Paulista de Medicina, Chefe da Disciplina de 0rtopedia, integrante do Setor de Medicina e Cirurgia do pé, São Paulo, Brasil

RESUMO

A Melorreostose e uma doença rara, não familiar, que causa hiperostose do osso cortical. Seu acometimento é geralmente unilateral e predomina nos ossos longos podendo acometer as vertebras, o crânio, a mandíbula e as costelas. Tanto o periósteo como o endósteo do osso cortical da zona diafiária podem ser acometidos e diferentes tipos de alterações dos tecidos moles como malformações vasculares, neurofibromas, esclerodermia e fibrose subcutânea, podem acompanhar o quadro. Os autores apresentam um caso raro de meloreostose no pé cujo prognóstico pode ser considerado pior em virtude do acometimento de ossos de suporte de carga.

Revista Tobillo y Pie | Vol. 04 – No. 01