Revista Tobillo y Pie | Vol. 07 – No. 01

Artigos Científicos publicados na edição Volume 07, Número 01. Faça o download da edição completa em PDF.

 

Correção cirúrgica de deformidades e sequelas de lesões no tornozelo

Marcus Vinicius Mota Garcia Moreno1, Daniel Vasconcelos Cunha Martins2, Maurício Sales Armede2,Nilton Francisco Cotrim de Brito2, Orlando Hernan Ramos Cardozo2, David Sadigursky3

1 Setor de Cirurgia do Pé e Tornozelo, Clínica Ortopédica e Traumatoloógica (COT), Martagão, BA, Brasil.

2 Programa de Residência Médica em Ortopedia, Clínica de Ortopedia e Traumatologia (COT), Martagão, BA, Brasil.

3 Serviço de Cirurgia do Joelho, Clínica Ortopédica e Traumatoloógica (COT), Martagão, BA, Brasil.

RESUMO

Objetivo: O objetivo desta pesquisa foi avaliar funcionalmente os pacientes submetidos à reconstrução do tornozelo por sequela de fratura ou lesão de placa epifisária com a utilização da AOFAS, nos períodos pré e pós operatório. Métodos: Trata-se de um estudo prospectivo e intervencionista de abordagem quali-quantitativo, com a amostragem de 23 pacientes, onde os resultados foram analisados estatisticamente pelo Bioestat® 5.0. Resultados: Os resultados obtidos avaliando a dor no pré operatório demonstram que 26% dos pacientes avaliados referem dor intensa e quase sempre presente, 48% dor moderada e diária e 26% leve e ocasional. No pós operatório esses dados foram de 52% não apresentavam nenhuma dor, 26% leve e ocasional, 17% moderada e diária e 5% intensa e quase sempre presente. A mobilidade do retro-pé no, pré operatório, apresentou 13% normal ou com restrição leve, 65% com restrição moderada e 22% com restrição intensa e no pós-operatório 38% dos pacientes com restrição de normal a leve, 57% moderada e 5% intensa. Conclusão: A correção de sequelas de fraturas do tornozelo, com osteotomia, permite a correção do eixo anatômico e melhora da função e dor, conforme a avaliação pela escala AOFAS.

 

Avaliação das complicações da incisão lateral estendida no tratamento cirúrgico das fraturas intra-articulares desviadas do calcâneo

Márcio Gomes Figueiredo1, Helencar Ignácio1, Carlos Tadeu Rocha Vieira Júnior2, Leonardo Daí Mino2

1 Grupo do Pé e Tornozelo, Hospital de Base, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto, SP, Brasil.

2 Serviço de Ortopedia e Traumatologia, Hospital de Base, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto, SP, Brasil

RESUMO

Objetivo: Avaliar as complicações da via lateral estendida no tratamento cirúrgico das fraturas intra-articulares desviadas do calcâneo em um hospital universitário Métodos: No período de janeiro 2010 a dezembro 2012, foram revisados 37 pacientes, com 43 fraturas intra-articulares desviadas, abordados cirurgicamente por meio de redução aberta e fixação interna, realizando a via lateral estendida. A obtenção dos dados foi realizada através de entrevistas e revisão de prontuários. A análise foi realizada por meio de técnicas descritivas (frequência absoluta, frequência relativa e medidas de tendência central – média e mediana), representadas por tabelas e gráficos. Resultados: Dezessete dos 43 (39,5%) pés operados apresentaram complicações na ferida operatória, a deiscência de ferida foi a mais frequente, ocorrendo em 9 casos (20,9%), infecção superficial em 1 paciente (2,3%), 4 pés acometidos por infecção profunda (9,3%) e um caso de neuropraxia do sural. Conclusões: Concluímos que a via lateral estendida no tratamento das fraturas intra-articulares com desvio do calcâneo, apesar de facilitar a abordagem por visualização mais direta, apresentou alto índice de complicações, sendo a deiscência de sutura a mais comum, porém semelhantes aos descritos na literatura.

 

Osteotomia proximal dos metatarsos com fixação para o tratamento das metatarsalgias

Sérgio Rodrigues Tírico1

1 Clínica Paulista de Ortopedia e Traumatologia, São Paulo, SP, Brasil.

RESUMO

Objetivo: Avaliar o resultado das osteotomias dos metatarsos na extremidade proximal, para encurtamento e/ou levantamento do raio, avaliando a dor e a função, de acordo com a escala AOFAS. Métodos: Entre novembro de 2002 à novembro de 2014, foram operados 29 pés de 22 pacientes, sendo 13 à direita e 16 à esquerda, entre 21 a 85 anos, com média de 52,8 anos, 25 femininos, 4 masculinos, que apresentaram tempo médio de seguimento de 73 meses (7 à 150 meses). Os pacientes foram submetidos à osteotomias dos metatarsos, fixados com fios metálicos, agrafes ou placas de compressão com e sem degrau. As alterações concomitantes abordadas, foram halux valgo, pés espraiados, halux rígido, pés cavos, dedos em martelo, superposição do 2º dedo acima do 1º (“crossover”) e a estabilização da placa plantar. Foi usada a escala da “American Orthopedic Foot and Ankle Society” (AOFAS) para dedos menores Resultados: O tratamento cirúrgico, visou a melhor distribuição mecânica da carga e equalização do arco transverso com consequente regressão da metatarsalgia. A escala AOFAS melhorou de 34,5 pontos (±12,5) no pré operatório para 88,9 pontos (±7,9) no pós-operatório (P<0,0001). Houve infecção tardia em um pé, controlada com antibioticoterapia. Conclusão: A osteotomia da base dos metatarsos fixada com implantes metálicos para o tratamento da metatarsalgia mostrou resultados satisfatórios em 96% dos casos operados.

 

Tratamento cirúrgico do hálux valgo leve e moderado pela técnica de Chevron percutâneo

Igor Marijuschkin1, Antônio Augusto de Caporalli de Camargo1,Jose Luiz Garcia Diaz1, Sergio Ribeiro de Magalhães1

1 Instituto São Gabriel de Fraturas de Santos, Santos, SP, Brasil

RESUMO

Objetivo: Apresentar os resultados clínicos e radiográficos da correção cirúrgica do hálux valgo leve e moderado pela técnica de chevron percutâneo. Métodos: Avaliamos prospectivamente 33 pés em 23 pacientes com hálux valgo leve e moderado; e reavaliamos com 1 ano de evolução pós-operatória. Consideramos o ângulo de valgismo do hálux (AVH) de até 40 graus, o ângulo intermetatarsal (AIM) de até 17 graus e o ângulo articular metatarsal distal menor que 10 graus para indicação do procedimento. Foram submetidos a técnica de chevron por via percutânea, onde é realizado osteotomia em V na base da cabeça do primeiro metatarso que é deslocada com um fio k ou alavanca lateralmente e fixada com 1 ou 2 parafusos percutâneos, associada a osteotomia da base da falange tipo Akin e a tenotomia do adutor do hálux e capsulotomia lateral também realizados por via percutânea. Os pacientes foram avaliados pelo escore AOFAS, por medição radiográfica do AVH e AIM e pelo grau de satisfação subjetiva de Johnson. Resultados: O AOFAS médio inicial foi de 42 pontos para 87,1 pontos na reavaliação. O AVH foi de 31 graus (26 a 40) para 14,5 graus (3 a 26), o AIM foi de 14,9 graus (9 a 17) para 10,7 graus (8 a 16). Todos os pacientes ficaram satisfeitos com o resultado final. Conclusão: A técnica cirúrgica descrita se mostrou eficaz no tratamento do hálux valgo leve e moderado, mantendo a estabilidade mecânica clássica associada a uma vantagem biológica.

 

Comparación radiológica y clínica de dos métodos de fijación de fractura diafisaria de metatarsiano

Gabriel E. Khazen B1, Francisco A. Rondón F1, Hernán Ruiz M1

1 Hospital de Clínicas Caracas, Av Panteón, San Bernardino, Caracas, Venezuela. Hospital de Clínicas Caracas. Caracas-Venezuela. Periodo 2006-2013

RESUMO

Objetivo: El objetivo del tratamiento de la fractura desplazada del metatarsiano, es restituir la longitud y altura de la cabeza del metatarsiano para evitar metatarsalgia residual como complicación. El método de fijación más comúnmente utilizado es el enclavado endomedular, pero presenta el riesgo de perder reducción de la fractura al retirar el mismo, puede dejar rigidez articular ó deformidad en garra residual de la articulación metatarsofalángica, complicaciones probablemente menos frecuentes cuando se realiza la fijación de la fractura con placa y tornillos. La finalidade de este trabajo, es comparar estos dos métodos de fijación en fractura diafisaria desplazada del metatarsiano. Métodos: Se realizó un estudio retrospectivo y comparativo de los pacientes intervenidos por esta patología en la Unidad de Pié y Tobillo del HCC entre Enero 2006 y Julio 2013, que fueron tratados con reducción abierta y fijación interna con alambre de Kirschnerr a través de la articulación metatarsofalángica ó falange distal y pacientes tratados con reducción abierta y fijación interna con placa y tornillos. Se evaluó radiológicamente consolidación ósea y pérdida de reducción de la fractura. Se evaluó clínicamente movilidad y deformidad en articulación metatarsofalángica correspondiente a la fractura, dolor articular, metatarsalgia y presencia de síndrome doloroso regional complejo, con seguimiento mínimo de 12 meses postoperatorio. Se realizó análisis estadístico con T-student. Resultados: Se evaluaron 51 pacientes con fractura diafisaria cerrada de metatarsianos con una edad promedio de 37 años (15 a 72). 18 pacientes fueron tratados con reducción abierta y fijación interna con alambre de Kirschner a través de la articulación metatarsofalángica ó falange distal, apreciándose pérdida de reducción de la fractura en 8 pacientes, metatarsalgia en 6 pacientes y deformidad en garra residual en 16 pacientes, 5 presentaron algún grado de síndrome doloroso regional complejo. En 33 pacientes se realizó reducción abierta y fijación interna com placa y tornillos, evidenciándose pseudoartrosis en 2 pacientes, retardo de consolidación en 6 pacientes, metatarsalgia y deformidad en garra metatarsofalángica en 2 pacientes. 4 presentaron algún grado de síndrome doloroso regional complejo. Conclusión: De nuestro estudio podemos concluir, que la fijación de la fractura diafisaria cerrada de metatarsianos con alambre de Kirschnerr a través de la articulación metatarsofalángica ó falange distal genera mayor incidencia de rigidez y deformidade en garra residual metatarsofalángica, así como pérdida de reducción de la fractura al retirar el enclavado, por lo tanto recomendamos la fijación de estas fracturas con placa y tornillos.

 

Evaluación de osteotomías diafisiarias para corrección de hallux valgus moderado y severo: Scarf y Chevron modificado

Álvaro Santiago Guerrero Forero1, Ricardo Rodriguez Ciodaro1, Paula Andrea Valcárcel Hojas1, David Marulanda Soto1

1 Servicio de Ortopedia y Traumatología, Hospital Universitario de San José, Bogotá, Colombia.

RESUMO

Objetivo: Comparar resultados funcionales (mediante la escala AOFAS) y radiológicos durante el primer año postoperatorio entre osteotomías del primer metatarsiano (scarf Vs chevron modificado) en pacientes con hallux valgus moderado y severo, en el Hospital de San José entre Enero de 2010 y Enero de 2013. Métodos: Se realizo un estudio observacional tipo cohorte por médio de mediciones radiológicas pre quirúrgicas, a las 6 semanas del postoperatorio y a los 12 meses así como con la medición funcional pre quirúrgica y a los 12 meses del postoperatorio por medio de la escala AOFAS y se compararon dos tipos de osteotomías diafisarias para el primer metatarsiano: scarf y chevron modificado en pacientes con hallux valgus moderado y severo, realizadas de manera aleatoria y por tres cirujanos Sub-especialistas en cirugía de pie y tobillo. Resultados: Se incluyeron un total de 69 pies (57 pacientes) con un promedio de edad de 50,8 años, los cuales fueron sometidos equitativamente a alguna de las dos técnicas quirúrgicas seleccionadas, no se encontraron diferencias estadísticamente significativas comparando las mediciones radiológicas y la escala funcional AOFAS a las 6 semanas y 12 meses entre las dos técnicas, siendo las tasas de recidiva mas altas para la técnica de chevron modificado 19,35% comparado con las de scarf que fue de 5,26%. Conclusiones: La comparación de medidas radiológicas y de funcionalidad en 1 año de seguimiento para las técnicas de scarf y chevron modificado, para corrección de Hallux valgus moderado y severo, en el hospital de san José arrojan similitud en resultados en estas dos técnicas; sin embargo, las tasas de recidiva para la técnica de chevron modificado fueron tres veces mas altas que las encontradas en el tratamiento con la técnica de scarf. Nivel de evidencia: Estudio observacional, Cohorte (tipo II).

 

Reconstrucción del ligamento fibulotalar anterior: resultados de una tècnica mínimamente invasiva

Álvaro Santiago Guerrero Forero1, León E. De La Hoz1, Alejandra Fonseca Carrascal1, J Osuna Jiménez1

1 Santana Medical Center (Práctica Privada) Bogotá, Colombia.

RESUMO

Objetivo: El trauma por inversión del tobillo es uno de los motivos de consulta más frecuentes en los servicios de urgencias tanto en pacientes deportistas como no deportistas. Como consecuencia del trauma se encuentra hasta en un 85% de los casos, esguinces del complejo cápsulo-ligamentario lateral del tobillo, siendo más frecuente el compromiso del ligamento fibulotalar anterior. Hasta en un 20% de los casos se presenta limitación funcional crónica e inestabilidad mecánica, manifestándose con dolor, esguinces recurrentes; llegando a largo plazo a generar alteraciones en la biomecánica del tobillo, lesiones osteocondrales y artrosis. En este tipo de trauma y ante la persistencia de síntomas, está indicado el manejo quirúrgico temprano con el objetivo de estabilizar la articulación tibio talar y evitar las posibles secuelas. Métodos: Corresponde a un estudio de corte transversal, en el cual se pretende identificar los resultados mecánicos y funcionales de la reconstrucción anatómica del ligamento fibulotalar anterior y aumentación con retináculo extensor inferior por un abordaje mínimamente invasivo en 57 pacientes operados en una clínica de Bogotá Colombia, entre enero de 2014 y diciembre del 2015. Resultados: Se hizo un seguimiento a 57 tobillos, en 57 pacientes durante un periodo de tiempo comprendido entre 15 meses y 3 meses. El diagnóstico común en todos los pacientes fue inestabilidad funcional y mecánica, en todos los casos se practicó una reconstrucción anatómica del ligamento fibulotalar anterior con autoinjerto del retináculo extensor inferior, por un abordaje mínimamente invasivo. Todos los pacientes fueron evaluados en el pre operatorio con la escala funcional AOFAS con un promedio de 52 (31 – 54) y calificados en el post operatorio con la misma escala obteniéndose un resultado promedio de 97 (90 – 100). Como complicaciones se presentaron un granuloma, síndrome del seno del tarso en cuatro pacientes y una neuropráxia de la rama cutánea del nervio peroneo superficial. Conclusiones: Esta es una técnica confiable y reproducible, comparable funcional y mecanicamente con las técnicas convencionales descritas, pero con las ventajas de una técnica minimamente invasiva: menos edema post-operatorio, fácil control del dolor, rehabilitación y retorno precoz a las actividades previas a la lesión.

 

Cirugía “hibrida” del hallux valgus moderado: resultado radiológicos a mediano plazo

Juan M. Yáñez Arauz1, Javier Del Vecchio1, Andrés Eksarho1, Mauricio Ghioldi1, Gonzalo Escobar1, María Eugenia Yáñez Arauz1

1 Hospital Universitario Austral. Buenos Aires. Argentina

RESUMO

Objetivo: El hallux valgus es la afección que afecta con mayor frecuencia al primer rayo. El objetivo del presente estudio, es analizar los resultados radiológicos de la combinación de una técnica de Chevron mini-invasiva, con una técnica de Akin percutánea (cirugía híbrida), en el tratamento del hallux valgus moderado. Métodos: Entre enero de 2004 y septiembre de 2013, se analizaron 62 pies operados por hallux valgus moderado. 92% mujeres. Se evaluaron los ángulos pre y postoperatorios inter-metatarsiano, metatarso-falángico, DMAA, e interfalángico; y se realizó un análisis estadístico. La clínica se evaluó mediante el score AOFAS. Resultados: Mejoría angular: MTF: 16,2°; IM: 4,86°; IF: 5,15°, y DMAA: 3,54°. Todos con mejoría estadísticamente significativa (p: menor a 0,01). El AOFAS promedio presentó un incremento en el PO de 20,8 puntos. Seguimiento promedio: 51,5 meses. Conclusiones: Los resultados de corrección radiológica obtenidos mediante la técnica híbrida, confirman una buena alternativa para el tratamiento poco invasivo del hallux valgus moderado, con correcciones angulares satisfactorias a mediano plazo.

 

Tumores ósseos do pé e tornozelo

Reynaldo Jesus-Garcia1

1 Departamento de Ortopedia, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil; Setor de Ortopedia Oncológica, Hospital São Paulo, São Paulo, SP, Brasil; Instituto de Oncologia Pediátrica – GRAAC-IOP – São Paulo, SP, Brasil; Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, SP, Brasil

RESUMO

Neste trabalho de revisão, são apresentadas as mais atualizadas formas de diagnóstico e tratamento dos tumores que acometem a região do tornozelo e pé.

 

Tratamento das úlceras no pé diabético com gesso de contato total: revisão da literatura

Alexandre Leme Godoy dos Santos1, Túlio Diniz Fernandes1, Ana Carla Tolentino2, Maria Candida Parisi3, Rafael Trevisan Ortiz1, Ana Lúcia Lei Munhoz Lima4

1 Department of Orthopedics and Traumatology, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brazil.

2 Postgraduate Program, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brazil.

3 Endocrinology Service, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brazil.

4 Infection Section, Orthopedics and Traumatology Department, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brazil.

RESUMO

A prevalência de diabetes é de 8,1% na população da America Latina. As úlceras do pé diabético e a neurartropatia de Charcot são importantes complicações decorrentes de neuropatia da síndrome do pé diabético. Um dos maiores efeitos da epidemia global de diabetes, além das devastadoras consequências para a saúde dos pacientes, é seu impacto econômico. As complicações do diabetes resultam em gastos muito significativos para aqueles que vivem com a doença, suas famílias e países inteiros, em última análise, ameaçando o desenvolvimento econômico desses países. Nesse cenário, o uso do gesso de contato total é considerado uma parte essencial do tratamento adequado associado ao controle da glicemia, controle da doença arterial periférica, controle da infecção e desbridamento dos tecidos desvitalizados. Portanto, torna-se importante realizar uma revisão de literatura com objetivo destacar a literatura baseada em evidências a cerca do uso do gesso de contato total para o tratamento das úlceras diabéticas e indicar sua integração ao tratamento padrão no Brasil e na América Latina.

 

Carcinoma cuniculatum del pie: reporte de un caso

Ignacio Arzac Ulla1, Capelli Lucia2, Gustavo Fiorentini1, Graciela Carabajal3

1 Seccion Pie y Tobillo, Hospital Churruca, Buenos Aires, Argentina.

2 Servicio de Dermatologia, Hospital Churruca, Buenos Aires, Argentina.

3 Servicio de Anatomia Patologica, Hospital Churruca, Buenos Aires, Argentina.

RESUMO

Paciente de sexo masculino de 60 años de edad, con antecedentes de diabetes mellitus que consultó por una lesión tumoral levemente dolorosa, de crecimiento leve y progresivo, localizada en la región plantar de pie derecho, de seis años de evolución.El paciente refería un antecedente traumático previo a la aparición de la lesión. Con el diagnóstico presuntivo de mal perforante plantar, se inició un esquema antibiótico profiláctico con ciprofloxacina y trimetoprima – sulfametoxazol y se realizo una interconsulta con el Servicio de Dermatología para descartar el diagnóstico de un carcinoma cuniculatum. Se realizó una biopsia incisional por punch. El resultado de la anatomia patologica fue de Carcinoma cuniculatum. Se evaluaron todas las opciones terapéuticas descriptas en la literatura. En este caso se decidió que la mejor alternativa es la amputación infrapatelar ya que la resección local del tumor y la amputación transmetatarsiana serían insuficientes.

 

Artrosis de tobillo secundaria a hiperuricemia

Luis Ignacio Hoyo Perez1, Ana Cristina King Martínez1, Alberto Cuellar Avaroma1

1 División de Ortopedia del Hospital General Manuel Gea Gonzalez, Secretaria de Salud. Mexico D.F.

RESUMO

La gota es la condición caracterizada por la acumulación de cristales de urato monosódico ya sea dentro o en la periferia de las articulaciones, la afección a tobillo es una de las más frecuentes que puede traer serias consecuencias funcionales. Reportamos el caso de un paciente masculino de 24 años con antecedentes familiares de hiperuricemia por ambos padres, el cual inicia su padecimiento hace 3 años con dolor a nivel de tobillo derecho asociado a la práctica deportiva, el cual en los últimos 6 meses aumenta de manera importante encontrando el tobillo derecho con aumento de volumen, dolor y limitación a los arcos de movilidad con flexión de 0° y extensión de 25°, masa palpable en la región del talón, dolor a la extensión del primer dedo, el cual se evaluó con escala AOFAS de tobillo obteniendo 67 puntos.Se comentan los hallazgos de la artroscopia así como los detalles técnicos de esta. El reporte de este tipo de casos es importante debido a la frecuencia de la afección a nivel del tobillo secundaria a gota con fin de ampliar las opciones terapéuticas.

 

Fibroxantoma bilateral do tendão calcâneo: relato de caso

Luiz Carlos Ribeiro Lara1, Lucio Carlos de Azevedo Torres Filho2

1 Departamento de Medicina, Universidade de Taubaté, Taubaté, SP, Brasil; Grupo do Pé e Tornozelo do Serviço de Ortopedia e Traumatologia, Hospital Universitário de Taubaté, Taubaté, SP, Brasil.

2 Grupo do Pé e Tornozelo do Serviço de Ortopedia e Traumatologia, Hospital Universitário de Taubaté, São Paulo, Brasil.

RESUMO

Xantomas são tumores benignos de crescimento lento, podendo acometer os tendões como forma mais rara. Nós relatamos um caso de uma paciente de 36 anos com xantoma do tendão calcâneo bilateral e necessidade de ressecção total pela grande extensão da tumoração, com presença de dor aos esforços moderados. Foi necessário à reconstrução, usando tendão fibular curto e o plantar delgado com reforço do sóleo e do gastrocnêmio pela técnica de Vulpius. No pós operatório mantivemos a paciente com imobilização gessada por 12 semanas. Após a retirada do gesso a paciente foi submetida à reabilitação fisioterápica, evoluindo com boa recuperação da força muscular do tendão calcâneo e boa mobilidade até o momento.

Revista Tobillo y Pie | Vol. 07 – No. 01